Gente, estou embasbacada ainda, juro. Me acontece cada uma em plena segunda-feira, que não sei se rio ou choro. Acabei de voltar da lanchonete que tem em frente ao trabalho. Fui lá porque precisava abastecer a minha gaveta com as calorias do dia-a-dia e comprei quinze balas 7 Belo, um Trident de morango e uma barra de cereal light da Hershey’s.
A rapariga lá é bem simpática, sempre sorridente. Uma baixinha um tanto quanto gorducha e de rosto muito bonito, lá pela casa dos trinta, eu imagino. Depois das aquisições, ela disse:
- O que era mais? - Nada. Só isso.
Eu vi que ela começou a digitar e não parava mais. Eu pensei comigo “nossa, que demora pra fazer uma conta na calculadora”. Mas tudo bem, passou alguns segundos, fui dar uma conferida na moça e ela estava digitando no notebook. Olha o abuso! Conversando no MSN com alguém, e eu esperando o valor total da mercadoria. Daí ela voltou à realidade do planeta Terra e deixou o espaço cibernético de lado, virou sem constrangimento algum, e disse sorrindo:
- 4,00 reais.
Eu dei uma nota de cinco e, antes dela me entregar 1,00 real de volta, tive que esperar ela ler a mensagem instantânea que tinha acabado de receber, e vê-la dar um risinho maroto à tela do laptop. Bom, pelo menos ela me entregou o troco antes de responder.
Eu achei a cena toda bem bizarra, e não fiquei nem um pouco chateada. Admirável esse humor para uma segunda-feira. Aproveitei para fazer algo que gosto: reparar nos detalhes. Analisei as feições dela enquanto digitava ou quando lia a resposta da outra pessoa. É bem interessante essa coisa toda. Apesar de sentir uma vontade tremenda de rir e nenhum sentimento ruim para com o ser humano a minha frente, é alguém que pode ser classificada como uma pessoa sem-noção.
Quando saí da lanchonete, dei uma espiadela na fachada para ver o nome do estabelecimento, a título de curiosidade. E constatei que o nome condiz com a política adotada pela dona: Lanchonete Progresso.
Em tempo: Kiddo jura que não recebeu cachê (nem propina) da 7 Belo, do Trident e nem da Hershey’s.
Há situações que marcam uma vida toda. Eu por exemplo, tenho uma baita cicatriz, fruto do dia que resolvi descer o morro correndo para comprar pão. Voltei sem pão e sem joelho também. Minha mãe ganhou uma dor de cabeça dos infernos e um rombo no cofrinho da casa. Perdi o dinheiro em meio ao barro e ao sangue que saiu da minha perna. No meu braço eu também tenho aquelas marcas de vacina. Sabem aquelas que você passa a vida inteira evitando e que quando tem que tomar faz até criança de um ano ver perigo onde não tem. Tudo isso devido ao escândalo que está fazendo na sala de vacinação!
Tenho uma marca filha da mãe na bunda, que nunca passa. Quando ainda trabalhava na pizzaria da minha avó, estava numa tarde de um feriado qualquer que eu nunca tinha direito, fazendo faxina na cozinha. Minha tia já estava cansada daquela minha cara de “felicidade” e me mandou embora. Quando fui descer a escada escorreguei. Dei com a lomba na quina do degrau e aquela maldita marca habita até hoje a minha nádega esquerda. Aquele sim pode ser chamado de calombo, mas não sexual. Mas não é desse tipo de coisa que eu estou falando.
Tem aquelas marcas de espinhas horrendas que habitam seu rosto durante toda a adolescência e que transformam sua vida social num verdadeiro inferno. Por vezes parecemos unicórnios, outras vezes palhaços... E assim as temidas espinhas vão criando formas no seu rosto. Bom, o meu é tipo praça de guerra. Cheia de buracos. Mas também não é dessas marcas que eu estou falando.
Tinha um vizinho da minha tia, coitado, aquele sim era cheio de marcas da vida. Um dia o imbecil resolveu descer um baita morro com uma bicicleta sem freio. O resultado vocês podem imaginar. Deformidade era pouco pra cara daquele infeliz. Mas esse é o tipo de coisa que não me causa pena, vai ser burro assim lá na casa do chapéu, né?! Porém, também não falo disso.
A minha irmã sim tem uma coisa que marcou pra sempre a vida. Eu acho que ela deveria ser estudada pela NASA. A bichinha sabe voar sem asas! Certo dia, estávamos andando de bicicleta no pátio da igreja. A serelepe tinha uma Caloi Cecizinha. O acordo era: um descia o morrinho, parava, saia do caminho, e dava o sinal pro outro mandar ver. Aquele dia minha irmã enxergou além do necessário. A gordinha desceu a toda velocidade aquele morro e deu com tudo no pneu traseiro da bicicleta do meu irmão. Eu de camarote pude ver a baixinha voando por cima dele. Cena de cinema. Ela ficou um pouco roxa, com uma leve dor no braço e voltamos para casa com um pneu furado. Minha mãe só veio, a saber, disso tudo uns 15 anos depois.
Por vezes marcas profundas e imperceptíveis aos olhos alheios, habitam nossas vidas como cicatrizes. Diferente daquelas que adquirimos na infância jogando bola, andando de bicicleta ou dando porrada na piranha da vizinha que era sua amiga e dedurou uma cagada pra sua mãe. São marcas que só nós vemos, e só a gente lembra. Vai a dor física, fica a dor do coração.
É difícil falar das pessoas. Especialmente aquelas que nos fazem uma falta enorme. Bom, é difícil falar dela, mais do que é difícil falar de qualquer pessoa. Eu sinto falta todos os dias. Sinto por tudo. Por não ter lhe dado um abraço sincero e afetuoso antes que a morte tenha lhe batido à porta. Sinto por ter jogado palavras ao vento e não conseguir recuperá-las apesar do repetido esforço diário de esquecer. Nem tudo estava errado, mas eu simplesmente não deveria ter dito, assim como deveria ter tapado os ouvidos ao invés de ouvir o que ela tinha a dizer naquela vez.
Costumamos nos arrepender do fizemos. Arrependo-me de poucas coisas. Mas me arrependo disso. Demorei certo tempo para ter coragem de falar dela. Parece mentira, mas não está mais aqui. E isso dói. Sempre penso que é bobagem. Amanhã tudo será como antes. Ela vai entrar por aquela porta com aquele sorriso largo, aquela pintinha petulante naquele nariz arrebitado. Vai chegar aqui e dizer que me ama. Como dizia sempre. Escrever-me cartas com piadas imbecis que só nós duas entendíamos. Contar histórias doidas. Chamar-me para sair e simplesmente sumir como era costume fazer na adolescência. Deixar-me desesperada achando que hoje sim, a bronca seria maior do que a que normalmente vinha de nossos pais.
Ela é uma parte muito importante da minha vida. A pessoa que esteve comigo desde que nasceu. Todo o tempo, o tempo todo. Era meu tudo. Minha melhor amiga. Mas um dia isso se rompeu. Não vem ao caso aqui falar o q aconteceu e o que quebrou nossos laços que eram tão fortes. Ela sabe, onde quer que esteja, assim como eu aprendi, que hoje isso não é nada e que nunca, em momento algum, aquilo tudo deveria ter acontecido como aconteceu. Mas, acho que foi importante que tenha acontecido. As coisas mudaram e quem sabe hoje não seria tão forte quanto sou se tudo tivesse acontecido de outra maneira.
Bom a vida dá muitas voltas. Hoje ela não está mais aqui. Mas teve a oportunidade de em 21 anos viver 100. Foi boa mãe, boa filha, boa amiga, boa esposa. Sinto falta de tudo, das nossas conversas, das risadas, das festas. Sinto falta da sua voz. Da maneira como sabia contornar as situações difíceis.
Resta agradecer pelo bom tempo que vivemos juntas. Foram anos incríveis. Sei que ela foi embora sabendo que amo ela. Sei que disse isso enquanto era tempo. Fica a lembrança do sorriso doce que me fez tantas vezes feliz.
“...Eu nem me importo mais com aquele que não conseguimos fazer. Vou traduzir nesta canção o meu amor, meu coração. No futuro arqueologia vai pesquisar, existiu alguém na terra que soube amar. No futuro vou recordar, planos que fizemos enquanto a vida acontecia....”(Frank Jorge – Vida de Verdade)
Deitar me faz dormir, mas só de pensar em dormir, fico acordado. Pensar no dia seguinte, ou quem sabe viajar para algum lugar mais frio: apenas dormindo posso conhecer o outro lado do mundo, e despejar minhas células mortas, no imaginário...
Deveria ser outono, porra! Até mesmo queria crer que era: quando de súbito, o sol – de tudo e de todos – aquece o entediado povoado subtropical. Quem curte o verão? Quem gosta de ficar todo melado de suor? E quem gosta de tomar um belo banho e logo após, sentir que precisa de um novo banho? Quanto aos pernilongos: nem preciso falar, não é? Com toda a certeza, existem pessoas masoquistas, sim! Que adoram um trabalho bem suado e uma vida alheia para se ocupar...
Deitado em minha cama, recebendo um tratamento vip dos pernilongos; e com um puro óleo no rosto, recomeço a delirar: imagino um filme de luta, em câmera lenta. Penso também, em quantas colheres de açúcar devo colocar no café, – pela manhã – se vou comer arroz ou macarrão no almoço, e se vou passar na padaria – após uma monótona aula de auditoria – para comprar uma Heineken gelada.
Arroto de Heineken humilha! Todo o peso do dia sai anexado a este precioso gás alcoólico. A cerveja estava bem no ponto! Comprei mais uma pra minha “senhora” e fui direitinho pra casa. Fizemos coisas não permitidas para menores e crentes...
No dia seguinte: duas gotas de soro fisiológico em cada olho... E pronto! Bom dia amada família! Vamos ao labor de cada dia! Trabalho, trabalho e trampo! Volto a pensar naquela velha idéia de comunidades alternativas... Violão na mão, um “comunismo liberal”, alienígenas na mente de lunáticos - que seremos também. Uma literal vida de sombra, água fresca e alimentação vegetariana...
Impressora matricial – “que delícia!” -, papelada, telefone incessante, pessoas preocupadas com os fios de sua barba e com a idade de sua velha camisa...
Bem vindo à realidade!
Arnold Layne
* Sexta é dia dos Amigos do Blog, envie seu texto também!
Muitas vezes encaminhamos e-mail apenas pelo fato de reencaminhar, contudo existem àqueles e-mails que enviamos porque realmente são legais, sim... alguns você imagina ser um achado e lembra de alguém, instantaneamente. Mas, aí está, tem coisas que são inúteis, piadas, frases, lógicas... mas outras são pessoais, uma indicação de site, um convite e tantos outros. E a questão é, como saber se as pessoas gostam ou não dessas coisas? Simples assim, se elas não responderem esqueça, você se empolgou demais!
Tenho uma amiga que sempre diz que não podemos julgar sem conhecer, quase nunca levo isso ao pé da letra, porque há pessoas que realmente não gostaria de conhecer. Têm outras que você apenas torce o nariz, e não porque você simplesmente não goste, mas porque nunca percebeu “amenidades” entre vocês. Só que, de repente, do nada, você percebe que embora seja isso mesmo, lá no fundinho vocês têm algo em comum e daí vem a pergunta: Será que eu deveria conhecer?
Há poucos meses conheci uma menina, assim de supetão, através de um cartazinho na Universidade a procura de uma garota para dividir aluguel. Confesso, que num primeiro momento pensei, jesuseagora? Um telefonema, dois, três... uma conversa, duas e deu certo, ela já estava entre nós. Uma pessoa com noção e bom senso, que sabia que uma boa convivência precisava de tempo para adaptação. Aos poucos em pequenos diálogos percebemos que tínhamos mais coisas em comum que suponhamos. Esses pequenos diálogos se transformaram em “festinhas internas”, regadas a muita cerveja, tequila, jararaca e muitas e muitas comilanças. Hoje, nossa convivência é natural, como se já existisse há anos! O segredo...o respeito do limite.
Amigos, realmente eles conseguem tudo que você menos espera. Alguns te irritam em dia de alegria e bom humor, outros te fazem gargalhar em dias tristes e sem vida. Outros nos fazem perceber a importância de um ombro amigo, de um convite, de uma ligação e, também, de um abraço apertado ou mesmo um recado no orkut.
Estive pensando bem mais coisas nos últimos dias, mas para hoje acredito que já está de bom tamanho!
**** No dia 04 de março, em meu post, prometi que iria contar a história da Água e do Halls...a promessa está sendo cumprida...hoje relato um pouco dessa história! ****
Conheci uma pessoa muito especial, que literalmente roubou meu coração. Ele surgiu do nada, de um encontro casual, regado a água mineral e halls de morango. É certo que tinha uma arma na cintura, algemas na presilha da calça, e distintivos e correntes por todos os lados, o que achei até bem sedutor e másculo, mas confesso que fiquei preocupada... não com medo, preocupada comigo mesma por achar aquilo sexy. Foi uma coisa inesperada, mas que estava escrita no meu destino, para que eu aprendesse no mínimo uma coisa que era paradigmática em minha cabeça – achava impossível conhecer uma pessoa e passar a gostar dela na segunda respiração – como boa capricorniana que sou – prefiro ir “galgando” passo a passo os sentimentos do coração - tá pessoal... admito que estou vendo borboletas azuis sim, mas e daí? Quero que tudo vá para o inferno.
Sei que isso pode acabar na mesma hora que eu terminar esse texto, afinal essa minha “paixão relâmpago” não pode ser minha! É proibida e inevitavelmente utópica. Estou vivendo algo parecido com um filme açucarado de romance, onde tudo dá certo...danço, canto, vou jantar, abraço, beijo, observo, sinto falta, mas isso logo é solucionado e o pior...ele tem as duas principais características que procuro em um homem: me faz rir e dança como um “pé de valsa”. Segundo a lenda das tias bem casadas (kkkkkkk), é necessário que o homem saiba dançar bem (segundo elas se isso acontecer...se ele tiver um remelexo bom, na cama ele também humilha) e que lhe faça dar boas gargalhadas (só é possível conviver anos a fio com alguém no mínimo divertido). Foras essas duas coisas essenciais que procuro em um ser do sexo masculino, ele ainda tem muitas outras qualidades. Ai Jesus...me abana. Tem olhos verdes como duas esmeraldas brilhantes, mais de um 1,85 (isso é uma benção para uma mulher alta como eu) atencioso, cheiroso e todos os “osos” que possam existir no dicionário. Chega...chega, não posso mais pensar nisso!
Alguém me belisca para que eu acorde desse sonho bom...ou melhor, ninguém me chama não, porque se chamar juro que dou uma porrada........ahhh a paixão é linda...proibida e deliciosa!!!
O trecho do poema de Gonçalves Dias vai para ele...
Olhos Verdes!!!
São uns olhos verdes, verdes,
Uns olhos de verde-mar,
Quando o tempo vai bonança;
Uns olhos cor de esperança,
Uns olhos por que morri;
Que ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Como duas esmeraldas,
Iguais na forma e na cor,
Têm luz mais branda e mais forte,
Diz uma — vida, outra — morte;
Uma — loucura, outra — amor.
Mas ai de mim!
Nem já sei qual fiquei sendo
Depois que os vi!
Sou patética. Não sei lavar a roupa na máquina. A única vez foi quando a mãe passou três semanas na praia e tive que lavar minhas meias e calcinhas, à mão. Não sei cozinhar feijão, estrogonofe, lasanha e nem omelete. Em compensação sei fazer macarrão instantâneo, ovo cozido, arroz e, até, fritar um bife.
Não gosto de abobrinha, mesmo que nunca tenha comido. Não gosto quando a pessoa que você escolheu passar o resto da noite, coma uma torrada repleta de cebola, quando sabe que você não suporta. Não gosto do fato de ter mais de 2 graus de miopia, e que só eu consiga viver sem o óculos mais de uma semana devido à negligência de o ter perdido na mesa de um bar.
Não gosto de cobranças, seja de onde venha. A liberdade é minha companheira, na qual sempre prezei. Me viro sozinha, mesmo que digam o contrário. Mesmo sendo uma fracassada nas tarefas domésticas, tenho a convicção que sou a mais independente das pessoas. Não admito ter que dar satisfação do que faço para outrem. Não tenho saudade quando viajo, quando fico longe. Não tenho vontade de ligar pra dizer como estou, o que eu fiz, como eu ando.
Não gosto de ser canhota na sinuca e no skate, mesmo sendo destra na escrita. Não entendo o fato de a minha salada preferida do almoço ser o tomate, e não gostar de comê-lo em lanches ou pizza. Não gosto de me sentir viva ao lado de uma pessoa que não tem vontade de nada. Não gosto de ser chamada de “mórbida” por ter vontade de ir a um cemitério de madrugada, e a pessoa recusar por medo sabe-se lá do quê.
Não gosto quando não se tem nada pra fazer no sábado e a pessoa que está com você não aceita sentar no topo da pista de skate, com medo, talvez, que um skate assassino viesse voando de algum lugar e a pegasse de surpresa. Não gosto de ser hiperativa quando um sábado à noite é tão chato que você chega à conclusão que até um programa com a sua avó, assistindo ao Silvio Santos jogar aviãozinho de dinheiro ao pessoal da caravana, é mais divertido.
Apesar de tudo, chego a uma conclusão: a de que esses contratempos de um sábado à noite não tiveram importância alguma. Geralmente teria, o que torna a situação preocupante. Se tivesse influenciado em algo, seria melhor, pois não me pegaria pensando, do nada, nos seus gestos atípicos, nas expressões únicas, na voz singular, nas conversas perfeitas e na inteligência e humor nato.
Era fim de tarde e aquele pobre velhinho havia chego com cara de cansado, gotas de suor no rosto, e aquela pizza debaixo do braço. Simplesmente não havia como ser mal educada. Mesmo depois de um dia estressante e exaustivo não poderia tratar aquele bom velhinho com indiferença.
Ele adentrou a recepção e eu exercendo meu esforço diário para ser simpática o recebi com um sorriso largo. Desejei-lhe boa tarde com o entusiasmo que me faltava e aguardei com o mesmo sorriso que ele relatasse o assunto que o trouxera ali. Começou explicando que era humilde. Havia criado vários filhos e dado a eles todo o amor, dinheiro, força, sabedoria e educação que um pai zeloso poderia desprender à prole.
Ouvia atentamente aquela história bonita de superação e garra. Explicou-me que em meio a tantas lutas uma enorme pedra bloqueou sua passagem pelo caminho da vida próspera e feliz. Perdera tudo diante de uma aposta absurda. Em uma mesa de poker o vício levou sua esposa, casa e dinheiro. Não havia mais fartura como antes, e até mesmo seus filhos, por quem deu a vida, não estavam ao seu lado.
Auxiliei o bom velhinho e encaminhei-o ao lugar correto onde poderia ser mais bem assistido. Informei a ele nosso telefone caso necessitasse de mais algum esclarecimento ou ajuda. Aquele doce velhinho então disse:
Ontem estava conversando com a minha prima sobre as pessoas que aparentemente não têm bom senso ou mesmo o mínimo de noção das coisas. Durante a conversa lembrei que esse também já foi o tema de tantos outros papos entre amigos, talvez porque todos convivam com algumas pessoas assim, simplismente sem noção.
Bom senso, segundo dados wikipedianos refere-se ao ato de raciocinar do ser humano (juízo claro, prudência, etc).
Vou citar aqui alguns exemplos práticos ocorridos comigo nos últimos dias, horas e até mesmo minutos:
· Colocar toalha de rosto, pano de chão e toalha da louça para bater tudo junto na máquina; · Escutar as pessoas falando sobre algo que é comum pra você e, que também lhe diz respeito e fingir que nada acontece; · Utilizar tudo dos outros e, mesmo assim, achar que está no direito de reclamar; · Acreditar piamente que 7cm de água dentro de uma panela vão cozinhar uma batata doce com casca, cortada ao meio (porque não coube inteira); · Falar a todo instante e para qualquer pessoa sobre a vida pessoal; (gente, aqui quando eu digo para qualquer pessoa é qualquer pessoa mesmo, estranhos) · Achar que qualquer sapo na rua é obrigado a ser seu amigo só porque vocês dividem a mesma calçada todos os dias;
Aii... poderia citar milhões de outras, e acreditem mesmo sendo coisas pequenas e práticas, isso acontecendo todos os dias, consegue tirar qualquer um do sério. Como agora, estou há uma hora tentando escrever esse texto, mas bem nesse instante uma pessoa dessas, sem noção ou bom senso, chega e... pronto, desanda até mesmo a inspiração para escrever sobre isso.
Estava pensando no que poderia escrever para esta quarta especial, simmmm... porque toda quarta é muito especial pra mim. Dia em que posso devanear por esse espaço aqui...sem limites para escrever asneiras. Pensei em revelar uma história que nunca tivesse contado pra ninguém, algum segredo sem citar nomes e lugares, mas todos eram meio comprometedores, já que a maioria está ligado ao ato de praticar “coisinhas” safadas, nem tanto também...mas as mais legais tem haver sim...ai, achei melhor não pegar tão pesado e veio a ideia de contar coisas que fiz que minha mãe nem imagina, muito menos desconfia que pratiquei. Todo ser humano já fez alguma coisa que a mãe não sabe, isso é verídico e nos comentários, gostaria de saber dessas histórias também, vai ser legal trocar confidências desse tipo.
Eu tinha uma bicicleta monark azul que se chamava Madonna.......kkkk não alcançava nem nos pedais, pq tinha 7 anos e a bike era de adulto, mas andava feito maluca. No final da minha rua tinha um morro muito íngreme e minha mãe sempre dizia pra mim não descer...pensa só o que eu fiz milhões de vezes??? Ahahaaammm desci na velocidade máxima ladeira abaixo e detalhe, com amigos na garupa...comia caldo de galinha escondido...só porque era salgado (por isso as minhas 4 pedras no rim na idade adulta srsrsrsr), leite condensado da lata e tomava as champagnes da estande e enchia de água. Quando criança também, descobri onde estava escondido meu presente de natal, o disco da Xuxa que tinha a música A de amor, B de baixinho e C de c*zão...coração digo...e quando minha mãe saia pro centro da cidade eu ia lá, pegava o vinil e tocava na vitrola até furar...inclusive, quando ganhei o disco no dia 24 à noite, ele já estava arranhado de tanto eu escutar. Na páscoa também achava as caixas de bombom, e abria todas por baixo, usando um estilete, abrindo uma pequena brecha e comia só os melhores...sem violar o envoltório plástico. Outra coisa que minha mãe nem imagina é que eu ficava escondida na copa de uma árvore com a molecada, jogando água nas pessoas que passavam na rua... sempre junto com os meninos é claro. Também dizia que ia na casa da minha amiga e na verdade ela mentia da mesma forma, dizendo que ia na minha. Nos encontrávamos na esquina e íamos dar voltas de DelRey com nossos gatos de 13 ou 14 anos (um deles já podia dar umas voltinhas com o carro do pai por ter lavado o possante no sábado à tarde) no bairro canoas e de-le malho... com essa mesma idade, tempo do tênis maraton, que ninguém que lê esse blog vai lembrar, por não ser da mesma década, eu também pulava a janela do meu quarto, com o aval da minha irmã mais velha é claro, para ir nas festas de garagem que rolavam na vizinhança. Era muita lambada, saia-calça, engenheiros do Hawaii (pra ser sincero não espero de vc...) de rosto colado, vinho e beijo na boca discreto.
Desde os 18 anos comecei a tomar anticoncepcional e minha mãe, tadinha, acha que não tinha nem dado ainda...isso com vinte e lá pedrada. Eu e minha irmã também omitíamos alguns fatos, durante a adolescência. Dizíamos que o baile era no Duque de Caixas, lugar que era permitido freqüentar... de sociedade na cabeça de meus pais, mas na verdade íamos mesmo pra Karibe, curtir a balada com a turma medonha.
A pior de todas, eu acredito ser, foi com 24 anos, quando disse que iria em uma excursão de faculdade pra PQP e na verdade fui rumo ao Rock in Rio....2001 no Rio de Janeiro...com duas amigas super easy rider ver o Iron Maiden, minha banda do coração...foi o máximo e até hoje minha mãe não sabe...nem vai saber, ela me mataria! Hoje em dia não faço mais essas coisas...até pq, como contei em outro post, moro sozinha e faço o que quero..Graças a Deus.. Bom... Essas foram algumas das que lembrei, sendo que existem milhares delas...se minha mãe descobre, me deserda....ou me perdoa, o mais comum, para uma mãe como a minha, a melhor do mundo!!!!
Depois de passar a sexta, o sábado e o domingo com a sensação de que o fim de semana se resumiu a um dia só, termino o domingo com um modesto levantamento de programas televisivos que deveriam voltar à ativa. Sempre levando em consideração que, quem vos escreve, é uma abnegada da TV, que nunca, nunquinha, liga o maldito televisor. Show do Milhão: tem coisa mais divertida do que um programa de perguntas e respostas de todos os tipos? Hoje assisti no youtube um episódio clássico, com famosos. O convidado da vez era o talentosíssimo cantor-que-bate-em-mulher, Netinho, do Negritude Jr. Quando perguntado do que era feita a moeda, ele não soube responder! Olhem as opções: níquel, chumbo, mercúrio e hélio (!). Juro, ele não soube. Aí, ele pediu ajuda para os convidados, todos eles celebridades. Apenas uma pessoa não levantou a placa do níquel. E essa pessoa, claro, foi a Luciana Gimenez, que achou que as moedas eram feitas de chumbo! Gente, imagina várias moedinhas na carteira, o peso que não ia ser.
Chiquititas: não perdia um único episódio. Sem falar na revista mensal... era sagrado. Lembro bem que me descabelei algumas vezes tentando convencer minha mãe a me levar a São Paulo, a fim de fazer o teste para entrar no elenco. Já pensou?, morar na Argentina, ser atriz, gravar clipes dublando a voz de outrem, e além disso tudo, ganhar um dinheirinho? Naquela tenra idade, para qualquer adolescente que se preze, seria o ó do borogodó. Não deu certo. Mas digo e repito, se reprisassem Chiquititas, com certeza eu assistiria. E acredito mesmo que daria audiência, como o Show do Milhão.
Maria’s: isso quer dizer Maria do Bairro, Maria Mercedes e Marimar. Épicos da novela mexicana, interpretados pela Thalia. Mas de longe Maria do Bairro foi a que mais me marcou. Saudades do Luis Fernando de la Vega, da Tita (a Maria Joaquina do Carrossel!), do Nandinho viadinho, da Agripina e até da Soraya, aquela cretina que se fingiu de morta e, como quem não quer nada, voltou pra pentelhar. Tinha também a Alicia, enteada da Soraya que vivia em uma cadeira de rodas e era uma chata que torrava a paciência de tão ingênua. Acho que até fiquei feliz quando a Soraya derrubou ela da cadeira de rodas, sem dó nem piedade. Tinha também o Veracruz, coitado, esse era mais pobre que a catadora de lixo, morava num lugar fétido, vivia com um lenço medonho pendurado no pescoço, e ainda assim continuava sorrindo. Achava que era feliz e isso me irritava.
Nas suas tentativas de recuperar o ibope de antigamente, Silvio Santos esqueceu desses programas tão legais para o exercício diário da nossa futilidade. Malhação? Tsc, que nada!, eu fico mesmo é com Chiquititas, que além de ser bem mais legal, a história era intercalada com clipes e, na abertura, não precisava ouvir o Charlie Brown Jr. Caminho das Índias e essa parafernália toda? Besteira, Maria do Bairro põe o resto pra correr. E o quadro “soletrando” do Caldeirão do Huck te apraz? Eu prefiro o Show do Milhão... bem mais completo!
Reza a lenda que se nem pedreiro canta mais uma mulher é porque ela está definitivamente mal. Pois é, vejam vocês, meu caso! Já se foi a época em que eu podia comer quilos de chocolate todos os dias sem o menor peso na consciência. Hoje eu nem sequer como mais e tenho peso no corpo inteiro. Fico três semanas engolindo sopa e coisas naturais, passando fome literalmente, e consigo emagrecer uns míseros quilos. Chego a ter raiva da balança e desses malditos nutricionistas que inventam essas dietas malucas à base de coisas naturebas e sem sabor. Ser gordo não é nada fácil, comer xuxu, gelatina, fruta no café da manhã. Isso lá é vida?
Há alguns dias fui ao médico, e por uma infeliz obra do destino me pesei. Eu não quero falar de números. Isso meu causa dor. Cada vez que me recordo daqueles dígitos no leitor da balança minha vontade é estrangular o filho da mãe que inventou esses parâmetros absurdos de beleza. Ninguém além de meus amigos mais íntimos e a carrasca da enfermeira saberão de toda a verdade.
Pois bem, desci daquele aparelho traiçoeiro com lágrimas nos olhos esperando passar por algum caminhão desgovernado e consideravelmente carregado para poder me atirar debaixo dele. Na sala de espera, tentava me concentrar na leitura agradável da matéria sobre John Lennon na minha revista predileta, a Bravo! Afinal, aquele safadinho do John quis transar com a própria mãe, e eu adoro saber dessas putarias loucas. A história estava pra lá de interessante, mas aqueles malditos números martelavam a minha cabeça.
Esperei impacientemente a consulta e as únicas imagens que vinham na minha cabeça eram os números vermelhos daquele leitor maldito e a frase da enfermeira gorda. Ela, sem titubear, teve a coragem de dizer: “Ah, mas você é forte, não tem como ser mais magra!”. Como assim não tenho? Eu tenho sim, tanto tenho que já fui alguns bons quilos mais magra. E quer saber? Forte é a mãe! Isso é jeito de falar com alguém abalado emocionalmente? Sorte dela que era apenas sete da manhã, ou ela teria sentido o peso do meu corpo. Imaginei-me como naquela cena do Chaves em que o Sr. Barriga pula em cima do Sr. Madruga e ele acaba fino como um pedaço de papel.
Chorei por longos 20 minutos na sala de espera daquela médica. Disfarcei para que ninguém percebesse. Afinal eu tenho pavor de papos desconhecidos em lugares públicos. No máximo devem ter pensado que eu estava com uma doença incurável. Na verdade, gordura é quase isso, se é que vocês querem saber. Quando finalmente a médica deu o ar de sua graça, após meia hora de atraso. Olhou para as minhas mãos, disse que não tinha a menor idéia do que era a minha alergia e me mandou para um especialista. Assim, com a rapidez de um foguete. Aliás, a mocinha era um dedo destroncado. Já a conhecia de histórias que minha mãe contava. Como no dia em que minha irmã, com uma baita dor no pulmão consultou a dita cuja. Ela questionou a menina: Dói quando? E ela: quando respiro. Tudo bem que a resposta da pilantrinha foi ótima, mas não era para ser uma piada. Afinal a dor era no pulmão, poderia doer de outra maneira? O poço de “finesse” a tratou com a delicadeza digna de um elefante. Comigo não foi diferente.
Depois que sai de lá resolvi mudar de vida. Comecei a comer frutas e verduras em excesso. Cortei doces, sabia de cor e salteado quantas calorias cada alimento tinha. Passei duas semanas sem colocar um gole de refrigerante na boca e quando via alguém beber uma coca-cola tremia feito drogado em fase de abstinência. Sonhava com um móbile de pães em cima da minha cama, e que tentava pegá-los como criança no berço. Passei três semanas enxergando mirangens em forma de gorduras em picanhas suculentas. Resolvi me pesar depois disso tudo. E sabem quantos quilos eu emagreci? Dois. Sim, só dois putos quilos! E depois me perguntam por que sou tão mal-humorada. Existe saída? Eu acho que vou pro “States”. Pelo menos lá vou me sentir no parâmetro da normalidade. Quero comer gordura no café da manhã sem remorso, e ganhar refrigerante de graça no colégio.
É isso mesmo, quem menos procura, acha! E se não acha, então é porque não é pra encontrar mesmo. Ou pelos menos, não agora! Nesse caso, falo de encontrar a pessoa certa. A pessoa com quem se deseja passar o resto da vida.
Há dois anos, a pessoa que vos escreve, era campeã em sair por aí soltando dizeres do tipo: Casar? Deus me livre! Homem? Não quero, não, to muito feliz aqui sozinha comigo mesma! Essas e tantas outras frases clássicas proferidas por pessoas como “frias de coração”, fiquei conhecida. Eu era feliz, mesmo, apesar de muitos alegarem e tentarem a todo custo colocar na minha cabeça que não passava de uma mal amada. Mas a verdade mesmo, era que eu já havia há muito tempo desistido de encontrar alguém que valesse a pena. Por isso não procurava e muito menos dava atenção a esse fato.
Pois bem, a vida, como todos nós já sabemos, é uma caixinha cheia de surpresas (inclusive: palhaçadas, sacanagens.. A vida é definitivamente, foda!). E eu, justamente eu, que não procurava por ninguém, eis que fiquei um belo dia, com o coração, de um minuto para outro, ansioso por conhecer um dito cujo que me mostraram nesse nosso tão conhecido orkut. Vai entender, né? Justo eu que não queria achar, achei! Obviamente, que naquele momento eu mal podia imaginar que estava prestes a encontrar a pessoa certa. Mesmo sem entender e saber, meu coração batia acelerado no dia que, por surpresa, acabei conhecendo-o numa passagem rápida pela mesa do bar, no intervalo da faculdade. Juro, depois de várias outras conversas, percebi que coração não mente. Realmente dessa vez era diferente.
Bem, de lá pra cá a solteirona convicta, tornou-se amiga, ficante, namorada e até mulher do dito cujo. Dá pra acreditar? Há dois anos eu compraria uma briga para afirmar que isso nunca aconteceria. Mas a vida é assim, quando a gente menos imagina nos prega uma peça. Ou melhor, nos prega a boca pra aprendermos a calar sobre algo que não conhecemos. No meu caso, o futuro. Hoje obviamente entendo o porquê do meu coração ter batido tão acelerado: era ele, a pessoa certa pra mim, tão óbvio! Tenho visto e ouvido tantas pessoas reclamarem que não encontram aquela pessoa. E é por isso que posso afirmar: o importante é não procurar, porque toda procura sempre causa sofrimento. Deixe rolar! Porque quem não procura, sempre acha.
Lu Fronza
* Toda sexta, os Amigos do Blog possuem participação garantida no espaço MIMIMIMÓMÓMÓ.
Entro no blog e penso, putaqueopariu, ninguém postou nada ainda, já são praticamente 10h... Ah, hoje é quinta, meu dia de postar. Que ótimo, a culpa é minha, nem se quer lembrei do pequeno detalhe, escrever algo para postar no MIMIMIMÓMÓMÓ. Então!?
Minha vida continua na mesma, comer (agora menos, graças a santa sibutramina), trabalhar e dormir. Ontem, contudo, fiz um programa diferente e jesuís, como diz minha amiga Poulain, como foi divertido. Em comitiva, quatro lindas mulheres, partimos da minha casa em direção ao dito shopping da nossa cidade, encontramos o namorado de uma das quatro e enfrentamos a fila da bilheteria e da pipoca, neste instante chega nossa amiga Kiddo acompanhada da sua doce irmã, e quando falo doce é porque é doce de verdade, neste caso não estou sendo cínica!
Pipocas, porque pipoca de cinema humilha, refris e chás comprados fomos em direção a sala, mais uma pequena fila e aos poucos entramos naquele recinto um tanto quanto fresquinho e agradável. Agora, precisávamos escolher um lugar, sim um lugar para sete pessoas. Isso, ali mesmo, uma fileira todinha para nós. Enquanto outras pessoas iam chegando a gente conversava, sim um pouco com uma, outro pouco com outra, neste instante apagam-se as luzes e começa o filme, Se eu fosse você 2.
Barulho de mão no pacote de pipoca e muitas risadas, algumas indescritíveis, ótimas e verdadeiras! A alegria tomava conta de todos, e ao final nós sete nos olhamos, com sensação de felicidade. Incrível como apenas um filme consegue transmitir tanta coisa boa...
Ontem estava caminhando na XV de novembro por volta das 19:45... hora que vou para a academia. Por uma questão de economia e também de bom senso, prefiro ir a pé ou de bike, afinal, ir malhar de carro, morando perto da academia é o cúmulo do “nada haver”...já que é pra fazer exercício, que seja do início ao fim...neste trajeto encontrei um casal de namorados/anjolescentes que se somadas as idades daria 25 anos. A menina estava apavorada pelo atraso, afinal, tinha ficado se beijando por um bom tempo depois de sair da escola (no mínimo uma hora né!!). O garoto não deixava ela ir embora, a paixão dos dois era tanta, que a coitada estava disposta a levar um “xingão” dos pais quando chegasse em casa. Aquilo me chamou muita atenção, pois já havia acontecido comigo, na minha adolescência, quando ficava me agarrando atrás do muro, depois de sair da crisma. Minha mãe ficava na calçada esperando eu voltar, já que a bagaça acontecia à noite no bairro canoas...eita tempo bom... e eu ficava vendo ela de longe, e aproveitando para dar uns selinhos, prá lá de inocentes no meu primeiro namorado. Mas agora vou explicar na verdade onde quero chegar com tudo isso... Geeeenteeeee... agora tenho 33 anos, moro sozinha e não tenho que dar explicação nenhuma para mais ninguém na minha vida, a não ser para a minha Dogue Hajjah, que fica me esperando no portão, seja uma da manhã, seja de manhã bem cedo.
É incrível ser livre... é simplesmente maravilhoso...durmo a hora que quero, posso escutar som nas alturas, deixo a casa toda bagunçada, ou bem arrumadinha, dependendo do dia...faço minhas refeições deitada na cama, assisto o programa que tenho vontade...e fico até altas horas na TV, sem que minha mãe venha encher meu saco. É claro que tenho saudades dos “tempos de casa”, quando minha mãe e meu pai sentavam de manhã na cozinha para o café com pão e queijo... quando minhas roupas apareciam feito mágica no meu guarda roupa... lavadas e passadinhas...cheirosaaaasssssssss, quando não tinha água, luz, telefone, internet e gás para pagar. Porém, a liberdade de ter seu próprio espaço, e o direito de ir e vir a qualquer momento, não tem preço. Acho que só fui descobrir isso agora...depois de 7 anos morando sozinha. Sinto que só agora tenho maturidade o suficiente para entender essa minha louca vida! Na verdade, na verdade...curti todas as fases da minha vida muito bem...mas essa esta sendo especial. Estou mais segura e feliz. Não tenho a mínima ideia do que vai acontecer amanhã, e não tenho a menor vontade de prever o futuro, já que todos os meus “planos” do passado deram errado. Quero mais é viver o hoje...rir, desejar o bem, fazer coisas legais, cuidar das pessoas que amo, escrever aqui neste espaço maravilhoso...dançar, cantar... trabalhar com vontade, e sentir que sou especial para alguém...seja lá quem for (pra minha cachorra eu já sou). Por isso siga o conselho de uma velha amiga solteirona e que já conquistou sua liberdade... busque sempre a felicidade...vale muito a pena. E lembre-se.....a felicidade não está nas coisas ou nas pessoas...e sim dentro de cada um de nós...transmita isso para os que estão ao seu redor e tudo o mais será uma consequência maravilhosa.
Momo Maiden
***Essa da foto sou eu mesma....de costas sorrindo...de bem com a VIDA!!! ***
Se fosse escrever sobre os diálogos que considero interessantes na história do cinema, seria diversão pura! E, devo confessar, que mesmo não querendo monopolizar, Quentin Tarantino estaria presente em várias citações.
Vamos às frases. Tem frases curtas que dizem tudo e, se quiserem colocar mais palavras para aumentar, estraga. Perde o efeito e a beleza. Tem as longas e entendíveis, porém tem as longas que parecem um festival de palavras estranhas e bizarras, mas que mesmo não entendendo o significado, a gente gosta!
Tem a breve frase dita em 1986, quando eu ainda era uma recém-nascida moribunda, proferida pelo personagem de Sylvester Stallone, no filme Stallone Cobra: “Você é um coco e eu vou matar você!”. Olha que precisão! Na verdade a frase original é: “Você é um imaturo, você é um coco e eu vou matar você!”. Mas do imaturo nem precisava... Quem é que quer saber de imaturidade quando se é chamado de coco. Eu não lembro, mas dizem por aí que no mesmo filme ele disse: “Com louco eu não negocio, eu mato”. É por isso que eu friso que frases como essas são perfeitas desse jeito: sucinta, lacônica e direta.
Continuando nas curtas, porém de impacto imediato, tem aquela que fez parte da infância e dá uma saudade do diabo: “Oi, eu sou o Chucky, quer brincar?”. Morria de medo! Chucky, seu canastrão, não conseguia dormir direito por sua causa. Uma inesquecível, também, de qualquer infância que se preze é aquela da garotinha loira e sem rodeios: “Meninos têm pênis e meninas têm vagina”. Era uma alegria só quando passava “Um tira no jardim de infância”, na Sessão da Tarde.
Tem as fofas e ingênuas, também. Forrest Gump é perito nessas, como aquela assim “Minha mãe sempre diz: a vida é como uma caixa de chocolate. Você nunca sabe o que vai encontrar”. O título de um post da Mi Poulain também já trouxe uma do Forrest, que é: “Minha mãe sempre diz: idiota é aquele que faz idiotices”. Pureza pura. Tem aquelas frases que precisam ser lidas aqui em inglês, senão não tem graça alguma. Devido à dificuldade, uma caixa inteira de Ferrero Rocher para quem decifrar de qual filme faz parte essas duas frases: “Why so serious?” (Por que tão sério?) e “Let’s put a smile on that face” (Vamos colocar um sorriso nesse rosto). Difícil, não?
Tem aquelas do cinema brasileiro que se fôssemos tentar deixar mais chula, não conseguiríamos, de tão impossível: “Dadinho o caralho! Meu nome agora é Zé Pequeno, porra!” (Cidade de Deus). Ou, também: “Senta o dedo nessa porra!” (Tropa de Elite).
Frases desesperadoramente tristes, como a do Homem Elefante: “Eu não sou um animal! Eu sou um ser humano!”. Só de pensar nesse filme, dá uma vontade tremenda de chorar. Derramei algumas lágrimas com o John Merrick, coitado. Ele tem deformidades como todos nós, oras. Tudo bem que as dele são um pouco atípicas, mas isso não o faz inferior. Eu tenho uma afeição por esse personagem, que chega a ser comovente.
Tem aquela frase que desperta, em todos nós, um sentimento de cumplicidade. Praticamente todo mundo já ouviu, falou ou, pelo menos, pensou: “Cara, cadê meu carro?” (título de um filme). Pode ter sido por amnésia ou, o que é mais provável, embriaguez.
As de humor, então! Tem algumas ótimas, como a do filme Noivo Neurótica, Noiva Nervosa, do Woody Allen: “Não fale mal de masturbação! É fazer sexo com uma pessoa que amo!”. Poderia citar frases do Monty Python, como: “Há alguma mulher aqui hoje?”. Mas, para entender, só quem conhece os filmes. Monty Python tem um humor inigualável e inquestionável, sendo o melhor do gênero, na minha opinião.
Como isso aqui está extenso demais, vou fechar com Quentin Tarantino. Depois de Ellen dizer que matou Pai Mei, para Beatrix Kiddo, esta diz: “Sua vaca, você não tem futuro”. Puro ódio. Ninguém mata o Pai Mei e sai impune, minha cara. Tem a frase refletiva do Budd: “Essa mulher merece se vingar. E nós merecemos morrer. Mas, por outro, ela também merece”. E tem aquela dita pela personagem da Lucy Liu: “Era mesmo uma Hattori Hanzo”. Arrepiei.
Sempre tive péssima vocação para ser beata. Esse negócio de certinha demais, deus demais, me tira do sério. A questão não é assumir o lado safada, mas simplesmente não deixar aflorar meu lado puritana. Quando ainda frequentava o colégio Instituto Maria Auxiliadora, tinha uma criatura na minha sala que sempre tinha uma parábola do livrinho di Jesuis para citar. Estávamos na aula de física, a menina falava uma passagem. Falava de sexo e a guria teimava em achar uma parte da bíblia que falava do assunto. Ela simplesmente não tinha Jesuis só no coração, mas na cabeça, na mochila, debaixo do braço. Era praticamente uma lenda religiosa. É incrível como esse pessoal fanático acha que um livro é a resposta para tudo. Bom, eu ainda não achei cura pra essa minha dor nas costas. Quem sabe eu apenas tenha que ler com a devida atenção, e o parágrafo-curandeiro estará lá a minha espera.
Ainda no IMA, curtia o “Bom Dia”, como era chamado o momento de oração logo no início da manhã, apenas pelo fato de matar alguns míseros minutos de aula. Durante esses rituais que considero para lá de macabros, éramos obrigados a ficar ouvindo orações e apelos religiosos de todos os tipos. Muitas vezes não tínhamos aula durante uma manhã inteira para podermos ficar rezando o terço ou venerando uma freira com um cargo importante. Elas achavam importante. Eu achava uma besteira. Mas tudo bem, era um dia a menos de aula de matemática, inglês, espanhol, educação física...
Acredito que foi ali que realmente comecei a sentir raiva da igreja. Não pelo fato de perder algum conteúdo escolar. Eu sou totalmente adepta a qualquer tipo de vadiagem possível e imaginável. Mas, parecia-me absurdo o fato de crianças de várias religiões e até mesmo sem alguma crença, serem obrigadas a participar e compactuar com aquilo. A maneira como as coisas eram impostas pelas “bondosas” irmãs me parecia algo extremamente absurdo e abusivo. Muita gente deve ter saído meio traumatizado de lá. A eterna contradição entre voto de pobreza e avareza exacerbada, podia ser visto a qualquer momento pelos corredores. Ganância demais para freiras com ar de puras e inocentes. Eu aposto meu dedinho que quando o colégio queimou, em meados de 2004, a primeira coisa que elas resolveram salvar foi o cofre!
A coisa chegava a ser tão absurda, que éramos proibidas até mesmo de sentar próximas a um garoto. Abraço entre homem e mulher? Jesus-mari-josé, nem que-a-vaca-tussa! Logo vinha uma irmã e mandava separar a bagança. É, só Maria, mãe de Jesuis sabe como aperto de mão malicioso pode gerar uma gravidez. Obviamente essas proibições todas nunca me impediram de dar umas bitocas nos aposentos do colégio. Vamos combinar que aquele também não era o melhor lugar pra caçar, já que o cardume de homens não era dos mais dotados de beleza. Mas volta e meia se safava um, e a mulherada caída de pau em cima. Por vezes tive sorte, levando em consideração que meu grau de beleza está bem abaixo da média.
O mais divertido nisso tudo é que, quanto mais tentavam me fazer crer, mais eu desacreditava. Minha mãe me obrigou a fazer comunhão, crisma e essa parafernália toda. Só achei legal porque um dia tudo acabaria com festa, muita comida, uns gorós loucos e presentes legais. Era carregada para a igreja uma vez por mês, pelo menos. Chegaram a me dar uma bíblia no intuito de mudar meus conceitos. Não adiantou. Eu achei aquela história muito chata. Cheia de gente mentirosa, que escrevia uma ficção muito mal elaborada. Letras minúsculas e palavras difíceis aliadas a uma péssima diagramação. Bola pra frente, manda outro que esse me faz cair no sono! Curtia bem mais as revistinhas da turma da Mônica.
É complicada essa história de mudar conceitos quando se é condicionado a uma coisa desde criança. Os pais dizem: Filho reza antes de dormir! A gente vai à igreja, soma-se isso o fato de ser criança, sem muita opinião, igual à lavagem cerebral. Uma coideloco! Passei muito tempo acreditando nessa lenga-lenga. Igreja católica é uma bosta. Papa que pede para sociedade desligar-se mais dos bens materiais com uma puta mitra cheia de ouro na cabeça é uma bosta. Segmento religioso que não aceita o uso de camisinha ou qualquer outro tipo de método contraceptivo, e deixa crianças sem culpa nascerem nesse mundo sem perspectiva alguma é sim uma grande bosta! Quantos casos de pedofilia abafados pela alta cúpula da igreja? É tanta contradição reunida que me faz sentir cada vez mais nojo dessa corja de safados. Resumindo é tudo um grande banheiro cheio de.. bosta!
Semana passada um caso foi pauta constante nos principais jornais do país. A menina de nove anos, estuprada há três pelo padrasto, na cidade de Recife, que ficou grávida de gêmeos e conseguiu na justiça o direito de abortar o feto. Muitas pessoas foram contra a idéia de interromper a gravidez. A igreja chegou a excomungar aqueles que ajudaram a menina a efetuar a “operação”. Nessas horas eu nem sequer sei o que dizer. Apenas que isso tudo é um coco! Esse sistema é falho e essa criança, coitada, vai sofrer o resto da vida por uma coisa que ela jamais teve culpa. Não sei como ainda teimam em tapar o sol com a peneira e afirmar que religião muda alguma coisa. Bom, até muda, pra pior!
No próximo domingo (08/03) é comemorado o Dia Internacional da Mulher e não posso perder a oportunidade, ainda mais por estar em um blog criado por “4 jornalistas super diferentes”, de falar a respeito de tal data.
Existem várias versões para a origem do Dia Internacional da Mulher. Todas fazem menção aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias, movimentos estes que a partir da Revolução Industrial passam a ter um maior vulto.
Uma das versões mais comentadas diz respeito à data de 8 de março de 1857, quando tecelãs de Nova York realizaram uma marcha por melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária e igualdade de direitos. Até aí tudo certo, mas o desfecho desta marcha também tem várias versões. Uma delas diz que as manifestantes teriam sido trancadas na fábrica pelos patrões, que atearam fogo no local, matando cerca de 130 mulheres. Outra, cita que a interrupção da passeata foi efetuada pela polícia, que dispersou a multidão com violência. Existem defensores para ambas as versões.
Outro fato muito comentado refere-se ao ano de 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, na Dinamarca, onde a alemã Clara Zetkin propôs que a data (08/03) fosse declarada Dia Internacional da Mulher. Contudo, não há qualquer alusão específica a essa data na resolução de Copenhague.
Enfim, não se pode localizar um ano, país ou evento, que possua provas documentadas para a criação de tal data, sabe-se porém que a soma de vários eventos em diferentes países resultou na instituição desta data comemorativa.
Então pode-se afirmar que o dia 08/03 é uma oportunidade para refletir sobre a situação da mulher, sobre seu presente, seus sonhos e seu futuro. E analisar se todas as manifestações ocorridas geraram as mudanças necessárias. Se a igualdade foi realmente alcançada.
Após esta passagem histórica sobre a referida data, fica uma singela homenagem a vocês mulheres:
Mulher... Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis. Que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força. Que ganha o mundo com sua coragem. Que traz paixão no olhar. Mulher, que luta pelos seus ideais, que dá a vida pela sua família. Mulher, que ama incondicionalmente. Que se arruma, se perfuma. Que vence o cansaço. Mulher, que chora e que ri. Mulher que sonha... Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto! Mulheres que devem ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias...
Para vocês, Mulheres tão especiais... Feliz Dia Internacional da Mulher!
(autor desconhecido)
Visitante
Sexta é Dia dos Amigos do Blog... Nossa gama de colaboradores está aumentando cada dia. Muitas pessoas com pena dessas pobres jornalistas! Mas agora, cá entre nós, se o Visitante estiver disponível a mulherada cai de pau. Para de ser sensível, homi! E como ele mesmo diz: Vamo que vamo...
Para as jovens “moiçolas” da minha idade tenho uma notícia que fará reviver vossa adolescência, é pode ser que até vocês já saibam, mas eu descobri ontem. Hoje Backstreet Boys estará fazendo show em São Paulo. Isso mesmo, além de terem voltado a cantar estão em turnê pelo Brasil. O nome do álbum BSB Unbreakable (Inquebrável), coincidências à parte esse foi o nome do quinto álbum (2004) do Scorpions, banda que também faz parte da minha vidinha.
Pois bem, a novidade é que a maior boyband de todos os tempos e a de maior vendas, segundo o Guinnes Book, vem apenas com quatro integrantes, desde 2006 o homem de queixo quadrado que buscava minha amiga Poulain na escola já não faz mais parte do grupo. O BSB é composto atualmente por: Nickolas Gene Carter, Nick o garoto de cabelos e olhos claros que até hoje habita a porta do meu guarda-roupa, na minha casa de verdade, (sim do lado de dentro, acompanhado por tantos outros meninos que ilustraram minha adolescência), Howard Dwaine Dorough, esse até hoje me pergunto, qual era o papel dele?, Alexander James McLean, o famoso A.J conhecido por seus vícios e rebeldia e Brian Thomas Littrell, o galã de novela das 8. É meninas... eles voltaram e olhando a foto dá até de suspirar, aliás não me contive após ver a foto e fui correndo procurar uma do Kevin, JESUSAPAGUEALUZ, lindo de morrer. Desculpem-me os homens que aqui frequentam, mas foi um momento realmente forte.
OK. Já estou no meu estado normal. Embora já tenha crescido e aprendido o que realmente é música e, graças a alguns amigos, tenha desenvolvido meu gosto musical... ainda assim acho que vou baixar uma “musiquinha” só pra ver como é que é!
****Como não tenho um assunto específico para falar hoje... porque as coisas que ando vivendo, estão meio confusas em minha cabeça e não sou tão inteligente como Kiddo e com tanta atitude como Poulain, resolvi escrever alguns "parágrafos" de coisas diferentes que ando observando no meu cotidiano pra lá de normal! ****
- Esses dias eu estava andando de carro, com as janelas todas abertas, devido ao calor intenso que vem fazendo aqui na cidade e passei por um motoqueiro (motociclista, para os cultos). Cara, senti um cheiro de "asa" /"sovaco" fenomenal... não acreditei... é o fim o cara andar de moto e ir literalmente espalhando mau cheiro por todos os lados. Vai comprar um Avanço e fazer um tratamento... achei aquilo o fim...
- Fui junto com a minha irmã fazer a matrícula da universidade, depois de 40 anos a bixa resolveu estudar (que Jesus a ilumine)... bem, chegando lá na instituição, fomos até a secretaria mostrar toda aquele parafernália de papéis e um monte de dinheiro, porque eles já cobram a matrícula e a primeira mensalidade dos coitados. Enquanto ela passava pela primeira prova na faculdade (da paciência, em ter que esperar), fiquei dando voltas por lá. Passei por um balcão que continha as palavras (ao contrário) Perdidos e Achados. Fui olhar pelo vidro o que as pessoas esqueciam na faculdade. Tinha uns 6 guarda chuvas, 15 mil borrachas, prendedor de cabelo... mas o que mais me chamou atenção, foi um frasco de comprimidos Almeida Prado 46... é isso mesmo, aquele remédio pra cagar. Gente, posso ser louca, mas achei muito engraçado... imagina você perder o vidro de laxante e ter que ir na secretaria buscá-lo......kkkkk nunca mais né!!! - Uma água mineral pode fazer estragos na vida de uma pessoa, ainda mais se ela for acompanhanda por um halls cream de morango... uhummmmmmmmmm conheci um homem muito misterioso nos últimos tempos e ele só tomava água mineral e "chupava" (que delícia) halls de morango. É certo que tinha uma arma na cintura, algemas na presilha das calças, e distintivos e correntes por todos os lados, o que achei até bem sedutor e másculo, mas confesso que fiquei preocupada... a história completa conto em um próximo post. - Não suporto mais lavar calçada... minha rua inundou nas últimas chuvaradas, como 90% da cidade e estou há três dias lavando a maldita da calçada... e pra ajudar ainda mais, a prefeitura está lavando a rua todo dia, logo, as calçadas dos pobres moradores ficam sempre mais que lambuzadas... quero sair do brejo e virar borboleta por favor...
- Descobri essa semana que podemos comer o papel do Tridente... juro que não sabia, foi a Mimo Wildner que me falou e tenho certeza que muita gente não sabe que pode ser comestível. Mesmo sabendo, confesso que não vou ficar por aí comendo papel...tem coisa bem melhor pra degustar....acho que o pessoal da Tridente inventou isso para os bêbados baladeiros de plantão, que não conseguem nem tirar o papel nas festas para ficar com o hálito refrescante para beijar muitoooooooooooooooooo! - Também achei uma pessoa que não sabia o que era "Anca"...você sabe? Pois é... anca pra mim é e sempre foi aquilo que temos dos lados...os pneuzinhos...a pessoa achava que isso se chamava "culote"... expliquei que culote é mais embaixo...na linha da bunda... e só ressaltando que tenho os dois, por isso, tanto faz trocar os nomes né...o importante é apalpar! kkkkkkkk
**** Bem gente ....as pérolas acabaram, espero que tenham gostado das minhas últimas vivências....grande beijo ****
MI POULAIN é jornalista por formação e metida por hobby. Adora escutar uma fofoca e dá tudo para entrar numa briga. Seus passatempos prediletos são: exercitar o “voyerismo-saudável” observando orkut’s alheios e assistir filmes com pouco sangue. Escreve no blog quando sobra tempo. MIMI KIDDO é uma quase jornalista que adora listras e xadrez. Devoradora inconsequente de livros, é a versão humana da traça. Adora Quentin Tarantino e histórias de detetive. Aposentada passa por aqui apenas para ler e relembrar os bons tempos. MIMO WILDNER é jornalista com orgulho, índia de coração e única por opção dos pais. Uma boa música, um livro instigante, um filme dramático, uma cerveja no bar ou um churrasco na casa de amigos. Suas idéias aparecem aqui sempre que o trabalho permite, e embora ame tudo isso “não consegue ser alegre o tempo inteiro!”. MOMO MAIDEN é jornalista, fã de rock n’roll do bom. Amiga do destino, ainda tem fé nas pessoas e é uma entusiasta. Gosta de escrever sobre sexo, amor e relacionamentos. Admira também as coisas simples da vida. Curte maquiagem, filmes melosos, body combat, brahma extra. Seus textos são postados quando lembra e mulher polivalente permite!
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