23 fevereiro 2009

Al, também quero uma proposta irrecusável.

Não estou inspirada para sentar aqui em frente ao computador e escrever assuntos do dia-a-dia, sejam eles banais ou não. Para tanto, meti um fone no ouvido e liguei o iPod da minha irmã e me desatei a ouvir o que aqui toca: Los Hermanos. Banda, aliás, que conheci através de um amigo que hoje não reconheço mais. Eu e nem a maioria dos seus antigos amigos. É lamentável não ter mais a companhia de uma pessoa inteligentíssima, boa, solidária e engraçada.

A semana passada foi repleta de acontecimentos de todos os tipos e para todos os gostos. Sendo lacônica: beijei o menino do cachorro-quente no meu aniversário (quem leu “Bruce e o Trident negligente” sabe de quem falo), fui trabalhar em plena sexta-feira com a etiqueta pendurada na camiseta e só vi quando cheguei em casa, e um menino me disse “tu parece a irmã Iara do IMA com essa saia comprida”. Quem conheceu a irmã Iara sabe porque eu me senti um coco. E, claro, só pelo fato de ser comparada a uma freira já não é bacana.

Leitores do meu Brasil varonil, quanto ao beijo tenho todos os detalhes sórdidos bem aqui ó, acima do cerebelo. Mas, conter-me-ei e não os revelarei. Só digo uma coisa: o que rolou foi livre de censura e sem contra-indicação.

Como não esperava presente algum no meu aniversário, quero agradecer o despertador vermelho, o bichinho felpudo, o “baleiro” em forma de fusca, recheado de Trident, o livro do Edgar Allan Poe, o livro escrito pelo assassino da Ângela Diniz, os quadros artesanais e, claro, a caixa listrada. Sinceramente, eu gostei de cada um, tanto é que nem teve nem o preferido (tirando o da irmã, que irmã humilha).

Hoje assisti “The Godfather” e cheguei a uma conclusão que muda toda a história do cinema: se o Al Pacino realmente existe, ele é o cara mais charmoso que tem. Nossa, tinha esquecido de como ele me afeta psicologicamente. Sempre gostei de ver os filmes dele, mas fazia tempo. Em 1972, data do filme, ele podia ser comparado com o Johnny Depp de hoje... frôôôxo! E pior que o Al Pacino ancião continua atraente. Que fique registrado: Al Pacino faz o meu tipo. E, Al, se você ler isso, pode me ligar.

Mimi Kiddo

10 comentários:

Bruna Marcela disse...

eu volto outra hora para ler o texto e dar minha opinião, só vim pra agradecer a vizita ao meu blog :)

Momo Maiden disse...

Mimi
Pra quem não estava com vontade de escrever...olha que ficou um texto show de bola...é incrível como cada pessoa tem um jeito especial de expressão suas ideias...gostei de tudo...beijos e boa semana!

MIMO Wildner disse...

Por incrível que pareça eu tb gosto de Al Pacino. \0/

UEeeeeeeeeeeeeeee

Pri Stein disse...

Al Pacino era uma cara simplismente lindo e os "galãs" depois dele nem ficam no chinelo... Aliás ele ainda é charmoso mesmo...
E lele!! Sem contar q os filmes do poderoso chefão são os melhores disparados...

Ai ai... Queria um dia com o padrinho!

Mimi Kiddo disse...

hoaeoeahoeaha siiim Prii! Um dia com o padrinho seria suficiente e tudibão! Boa semana tbm Momo!!

Mi Poulain disse...

Hoje vi perfume de mulher tb com o Al Pacino. Mesmo fazendo um cego ele consegue ser bonito e charmoso, mesmo! Gente, gente, gente... que azar, amanhã preciso trabalhar... inté!

Bruna Marcela disse...

que estranho. Eu sempre vi gente falando bem daquele filme lá..
bom, mas é questão de gosto né :D
AIUSHAUISHAUISHA
eu adoro ele! e sempre choco!

Mimi Kiddo disse...

Siim sim... quando eu assistir te falo o que achei, entonces :)
Já visse "Mensagem pra você", com o Tom Hanks e a Meg Ryan? Acho a coisa mais fofaa... no filme ele tem cara de tadinho, sabe. Lindo, lindo!

Paulo Bono disse...

O Poderoso Chefão é o melhor filme já produzido. esse blog, cheio de mimimomó tb é bacana. por sinal, também curto noite de jogos.

abraço

Garota no hall disse...

O Pacino está um chuchuzinho nos dois primeiros filmes da família Corleone. Tá empatado como o Andy Garcia em Os Intocáveis.